Não adianta vestir a camisa se não souber jogar: política também é jogo coletivo — caso contrário, vai para a reserva.

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Na política, assim como no futebol, não basta vestir a camisa do time. Fazer parte do grupo, estar no elenco há anos ou ter histórico dentro da estrutura não garante titularidade. O que define quem joga é desempenho, compromisso e resultado.

Você pode até estar no time há muito tempo, mas se o rendimento é fraco, se não entrega resultado e não acompanha o ritmo, não tem mistério: fica no banco. Ainda mais quando há um técnico bom, que conhece o jogo, cobra disciplina e monta o time pensando no coletivo, e não em vaidades individuais.

A política funciona da mesma forma. Há quem se ache dono da camisa, quem se comporte como estrela, mas não entrega nada. E pior: dentro do mesmo time, existem aqueles que, por interesse próprio, tentam minar o trabalho do técnico, criando ruído, intriga e confusão nos bastidores.

Só que quando o comando é firme e o técnico é bom, essas manobras não funcionam. O jogo muda, a cobrança aumenta e reserva passa a ser o lugar natural de quem não rende.

Nesse contexto, é importante lembrar que a atual gestão assumiu uma prefeitura com forte desgaste financeiro, marcada por dificuldades acumuladas ao longo do tempo. Mesmo assim, o prefeito tem atuado com correção, responsabilidade e foco, reorganizando as contas públicas e colocando a administração novamente nos trilhos.

Esse processo exige união e jogo coletivo. Não há espaço para individualismo, sabotagem ou politicagem vazia. Quem entra em campo precisa entender o momento da cidade e jogar para o time.

A sociedade está atenta. O eleitor já sabe diferenciar quem trabalha de quem apenas aparece. O tempo do discurso fácil e da crítica sem proposta está acabando.

No fim das contas, política não é sobre vaidade, é sobre resultado.
Vestir a camisa é o mínimo. Saber jogar é obrigação. Quem não entende isso, como no futebol, vai para a reserva.

G4TV Bahia

Imagem ilustrativa

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